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November 10th, 2009

Tokyo Magnitude 8.0

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É interessante se deparar com alguns produtos recentes de anime. Tenho que confessar que sou da geração antiga que assistia Yu Yu Hakusho e que anime alternativo pra mim eram aqueles que passavam no antigo canal locomotion. Também existia os fansubs, que legendavam e produziam fitas cassetes e as vendiam por correio. Depois dessa época eu simplesmente deixei de assistir os animes por estar envolvido com coisas que consumiam todo o meu tempo livre. Aí quando chegou na época da conclusão do meu curso optei por uma monografia que envolvesse o tema animês e mangás. E desde então eu tenho assistido a títulos bastante interessantes, sendo o último que recomendei - Claymore - aqui no blog o meu xodó. Passando por outras opções insípidas me deparei com Tokyo Magnitude 8.0 estou no começo do anime, mas sente só: Um animê bem feito, com a história bem narrada, sobre terremoto.

 

 

 
 
É de conhecimento comum que japoneses entendem de catástrofes, na ficção Tokyo já foi atingida milhões de vezes por ínumeras catastrofes, montros e ataques. Na realidade, o Japão é localizado acima de uma região delicada e suas construções modernas levam em consideração os frequentes terremotos que abalam a ilha. Recomendo esse anime, pra quem estiver afim de ver uma narrativa do gênero catástrofe principalmente sobre uma ótica diferente, de um ponto de vista que não é do americano ingênuo que vira herói diante de uma catástrofe. Uma outra mídia (animê), um outro país (Japão) e portanto, uma outra história se desenvolve, com outros personagens e outros tipos de observações sobre a tragédia.


 

L Word Dreaming

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The thing is I had this dream about some L word characters. And before you go all naughty on me, I have to tell you it wasn't a dream that involved sex in anyway. The storyline developed in a strange way and because of that I just have to record that.

Bette and Tina were living a happy happy life until Bette gets fired - something that at some point I believe happens within the show - and everything starts to get hectic. Bette decides to put all her money on an art school. She is organizing everything and getting broker by the hour. So she decides to get a 50 thousand dollars loan with her friends who combined efforts to put this money together. She explains the situation and her lesbian-best-friends give her the money.

She gets the money and when she's about to put it in the building of the school she gets the inside scoop about an artist on the brink of becoming the next andy warhol. She decides to use the money to finance the artist's first exibition. She prepares a huge surprise to make the exibition at the unfinished school. And so the ground to the conflict is prepared. Everybody gets there in their Gala dress believing it's the opening of the school. All the girls let their hormones out and they almost get to hair-pulling level.

All the chaos finishes with a speech of Bette that includes her necessity to provide for her family and the fact that although her friends (and wife) do not trust her, she knows that she can be the best at what she does. It's a big beautiful speach about how people who lend money do not have any power over the actions that will be done using it.
For some reason it got stuck in my mind.

November 4th, 2009

Anxiety be gone!

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I really admire people who seem to be all relaxed and moving around with the flow. It seems that  I've become a lot better in that departament over time but I'm still pretty anxious. It's all about dates, deadlines, results, tests and keeping up with the score so that the money invested doesn't go directly to the trash. Well, maybe, just maybe I just don't know how to lose...

August 11th, 2009

DIE (t) !

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DIE E DIET, um T de diferença! Acaso? I don't think so!
Me comprometo públicamente agora a voltar ao númer 40.
Aliás, vou voltar ao 38 e não tem quem me segure.

July 5th, 2009

Claymore

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Eu um dia quero fazer um mestrado, estudar algum tema bacana que pode ir de televisão digital até um possível desmembramento do meu trabalho de conclusão de curso. O tem do tal trabalho: Animê e Mangás. E uma das coisas que fiquei refletindo a respeito ao procurar um sub-tema, foi justamento o mundo dos animês cujas protagonistas são mulheres. Mais especificamente shoujo mangá, mangá para meninas. Daí que eu resolvi procurar um animê que fosse mais atual, para saber em que pé anda o gênero desde que eu parei de o observar na época de Rayearth e - C-l-a-r-o - Sailor Moon. Na minha procura me deparei então com Claymore, animê cujas protagonistas são um misto de Slayers (aka Caça-vampiros) e espadachins.

O melhor foi perceber que em nada (a não ser pelo fato de as protagonistas serem mulheres) esse animê lembra o que tinha como minhas antigas referencias. Uma mistura certa entre Kill Bill e qualquer filme realmente bom sobre vampiros/monstros, o animê tem uma atmosfera ligeiramente medieval e fala de temas que parecem ter sido bolados para falar com pessoas mais literárias. Mulheres metade-monstros (chamados Yoma), lutam com gigantes espadas (chamadas claymore) a mando de uma organização, contra monstros que aterrorizam vilarejos. Premissa básica. Roteiro maestralmente desenvolvido dando a cada um dos episódios um aspecto importante.

Aquele esquema de Buffy das mulheres serem "Ubber" fortes porém dominadas por um conselho de homens, a velha dinâmica médico-monstro residindo no mesmo corpo de cada uma das claymores, o ranking e o duelo eterno entre elas movidos por um elevado senso de honra (uma coisa meio samurai meio faroeste) e é claro a fantasia de poder máxima que é conseguir sobrepor tudo isso sendo a mais forte entre as 47 Claymores existentes e ainda manter o lado humano.

June 22nd, 2009

América, quem sabe.

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Surgiu recentemente a oportunidade de viajar com meus pais e minha irmã. Aquele esquema família completa, carro alugado, pai dirigindo,mãe copilotando, irmã falando durante o caminho - é o que ela sabe fazer de melhor - e eu olhando a paisagem e pensando no minuto que vou descer do carro para esticar as pernas e sentir a ponta dos dedos. Isso não é uma reclamação, ao contrário, gostaria de deixar claro aqui que viagem família é algo extremamente proveitoso, visitar aqueles restaurantes que em outras situações seriam inacessíveis, visitar aquelas cidades que parece que foram feitas para turistas com carro e tantas outras vantagens.  América, quem sabe.
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